sexta-feira, 29 de abril de 2016

Coluna do Higor: Livro Bruxos e Bruxas de James Patterson

Olá humanos, como estão? Hoje vim trazer um post bem especial pro blog. Nele vamos ter o primeiro post do meu amigo Higor por aqui! Ele pretende se tornar colaborador do blog e começou com uma resenha sobre o livro Bruxos e Bruxas e se vocês gostarem ele vai aparecer por aqui mais vezes... Então, vamos lá?


Depois de vários comentários negativos sobre o livro decidi falar sobre minha experiência ao lê-lo.

Esse é o tipo de livro que logo de cara você vai ama-lo ou odiá-lo, porém, se forem como eu, vão ir até o fim só para ver como tudo vai acabar (Uma tortura? Talvez).
A sinopse logo de cara mostra um enredo que pode render uma grande aventura:


 É como entrar em um pesadelo. Do nada, você é retirado de sua casa, preso, e acusado de bruxaria. Parece século 17, mas é o governo da Nova Ordem, e está acontecendo agora!
Sob a ideologia da Nova Ordem, O Único Que É O Único mantém seu poder à força, sem música, nem internet, nem livros, arte ou beleza. E ter menos de 18 anos já é motivo suficiente para que você seja suspeito de conspiração.
Os irmãos Allgood estão encarcerados nesse pesadelo e, para escapar desse mundo de opressão e medo, terão que contar um com o outro e aprender a usar a magia.
Do autor best-seller James Patterson, Bruxos e Bruxas é uma saga para se ler... antes que seja tarde.


A principal diferença das outras distopias que evidenciei durante minha leitura foi o fato de que a narração é em primeira pessoa, porém, aí está a inovação. A história vai sendo narrada em duas visões: a de With e Whisty, se alternando entre capítulos (Um pouco inusitado?); mas o que estragou a ideia do escritor, (Problema Nº: 1), foi que os personagens narram as mesmas coisas e lugares. Devido que em quase todo decorrer da história eles estão juntos, assim, o começo acaba ficando uma historinha muito repetitiva, MAS, como tudo tem seu lado bom, o modo humorado como eles contam cenas dramáticas até que é engraçado.
Se você é uma pessoa que não curti muito essa ideia de livros que fogem da nossa realidade, não te recomendaria esse, mas se você é aquela pessoa cansada da nossa realidade e está à procura de uma aventura que não necessariamente seja realista, este é o livro certo.
Whisty é uma personagem que muitas pessoas podem se identificar, devido sua personalidade forte, que quando acha uma coisa errada já retruca, bate boca (Se identificou?); e o With é o tipo Bad Boy popular da escola, meio atrapalhado na vida, um dos melhores jogadores do time da escola, aquele clássico de filmes norte-americano.
Muitos dos comentários que li sobre o livro, diziam coisas barbaras, que em algumas partes concordo, como por exemplo:
Os pensamentos dos personagens que não condizem com suas idades, algumas coisas faladas por eles é bem idiotinha sabe, mas vamos dá um desconto pois a saga foi criada para o público juvenil; a jovem “Whisty” tem 15 anos e o menino “Whisth” está em transição dos 17 para 18 anos;
Do começo do livro até o meio o escritor estava perdido, parecia que ele não sabia o que queria escrever, passou um ar de que ele pegou um pedaço de papel e saiu escrevendo coisas aleatórias assim, e pá! Vou fazer um livro.
Quando ele encontra o foco do seu pensamento é quando realmente a história fica bacana, aquela narração de cenas repetidas não é mais identificada, que foi um ponto de extrema felicidade já que aquilo me incomodava muito. Sinceramente aquilo me fazia morrer por dentro e em muitas vezes pensei em desistir da leitura, mas como tinha comprado o box com 2 dos 5 livros da saga isso acabou sendo minha força e motivação para terminar “o primeiro” e ver se o segundo seguiria a mesma vibe ou não; terminei o primeiro volume, mas devido as coisas na faculdade estarem a maior correria, não tive tempo de iniciar o segundo. Mas se vocês gostarem desta resenha prometo que faço um esforço para finalizar o segundo e contar para vocês; voltando ao assunto que estávamos falando, o começo até o meio do livro foi difícil aturar, MAS O FINAL!! O final meus queridos, foi assim SENSACIONAL.
Devido estar desiludido com o livro, pois a história tinha tudo para dar certo e o escritor vinha matando o enredo me deixou sem esperanças para falar algo positivo desse livro, mas sim existe, o final é bom, mas não tanto para compensar tanta merda que ele fez.
(Problema Nº: 2) Acabei de lembrar mais um problema, os capítulos são tão curtos, mas tão curtos que não chega ter 1 pagina direito. Acho que o maior capitulo que tem no livro é 5 páginas e olhe lá, em suma eles tem em cerca 3 à 4 páginas.


O que me encantou logo de cara no livro foi a capa, sei que não podemos julgar o livro pela capa e tal, mas olhem isso, não tem como não se apaixonar, e em segundo veio a sinopse que me deu uma ideia de um enredo super foda, me lembrou a ditadura militar com um up, imagina você ser proibido de ler, escutar música e ainda por cima se for menor de idade, uma pessoa respondona ou meia rebelde já era motivo para te acusarem de algum crime, fora que, para eles praticar magia ou só pelo simples fato de correr magia pelas suas veias eles já te caçavam para te matar, muitas das vezes os indivíduos nem sabiam que eram bruxos ou bruxas, o governante era um carrasco.


Duas borboletas - É... Deu pra ler/assistir.

Um fato engraçado era que, devido a proibição da leitura, muitos livros passaram por uma troca de titulação devido a ordem do Único Que Bane Livros (Tipo um analista da lava-jato, porém de livros), exemplo: Harry Potter e a Ordem da Fênix era chamado por ele como “Harry Podre e a Ordem dos Idiotas”, algumas pessoas acharam isso um absurdo e se sentiram tocados, mas eu levei na esportiva pois na história do livro o governante levava tão a sério o objetivo de conseguir ter uma cidade perfeita e pacifica que tudo tinha que ser a mil maravilhas, as pessoas tinham que ser educadas, cheirosas, bonitas e abitolados, para que assim o governante pudesse moldar sua opinião sobre as coisas. Ele não queria nenhuma oposição contra suas ideias, por isso queria exterminar todos os seres com magia, pois eles eram os únicos que poderiam acabar com o plano maligno dele. 


Os livros da saga foram escritos em parceria com outras pessoas. O primeiro com Gabrielle Charbonnet, o segundo com Ned Rust e o terceiro e quarto com Jill Dembowski e o quinto com Emily Raymond. Quatro dos cincos livros da série já foram publicados no Brasil pela editora Novo Conceito - Bruxos e Bruxas, O Dom, O Fogo e O Beijo -, o quinto livro da série, The Lost, ainda não tem nome e nem previsão de lançamento no Brasil.
O post de hoje fica por aqui e espero ver vocês em breve. Enquanto isso me sigam no instagram (batataxx) e no twitter (batataxx). 

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